Playboy Divulgação
Se uma mulher com charme e corpo deslumbrante já atiça a imaginação dos homens, é provável que se ela estiver vestindo o uniforme de coelhinha da Playboy, então, os marmanjos caem matando. Será mesmo? Não. Quem afirma é
Márcia Spézia, uma das três coelhinhas oficiais que estamparão a capa de dezembro da revista masculina mais famosa do planeta.
"A roupa de coelhinha nos eleva a um nível que muitos homens consideram inatingível", diz ela, a partir das experiências que teve em eventos da PLAYBOY. "Quando me aproximo para cumprimentar os rapazes, vejo muitos deles tremendo."
Mas essa ansiedade toda é uma reação típica dos mais jovens, certo? "Não, é geral", conta
Márcia Spézia. "Muitos pedem para tirar foto e esquecem de ligar a câmera. Alguns até deixam a câmera cair!", diverte-se.
Segundo a coelhinha morena, o indefectível collant negro exerce um poder muito grande sobre quem o usa. "Eu sou uma pessoa totalmente diferente com a roupa de coelhinha. A gente incorpora todo o glamour da marca, é como se eu me transformasse na Marylin Monroe, que foi a primeira capa da Playboy, confessa.
Para Márcia, a experiência de vestir a fantasia de coelhinha é um dos melhores remédios para resgatar a auto-estima. "Toda mulher deveria vestir a roupa. Parece que nada pode derrubar a gente", garante.